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Abertura das valas técnicas e implantação das infraestruturas básicas subterrâneas

Abertura das valas técnicas

Esta tarefa consubstanciar-se-ia na abertura diária (abertura mecanizada), por cada uma das 693 brigadas mecanizadas de limpeza e escavação a constituir no âmbito do PEIUHAR, de 207,5 metros de vala técnica, ao longo de cada rua residencial dos cerca de 1080 aglomerados habitacionais (urbanos, rururbanos e rurais) a nascerem do processo de implementação do PEIUHAR.

Estes 207,5 metros de vala técnica apresentar-se-iam distribuídos da seguinte forma:

a)  41,5 metros de vala técnica para a passagem da rede de drenagem das águas pluviais (esta localizar-se-ia no centro da rua residencial);

b) 41,5 metros de vala técnica para a passagem da rede de distribuição de água potável (esta localizar-se-ia em uma das laterais da rua residencial, próximo ao meio-fio ou lancil);

c) 41,5 metros de vala técnica para a passagem da rede colectora do esgoto (à semelhança da rede de distribuição de água potável, esta localizar-se-ia em uma das laterais da rua residencial, igualmente próximo ao meio-fio ou lancil);

d) 41,5 metros de vala técnica para a passagem da rede de distribuição de energia eléctrica (esta localizar-se-ia igualmente em uma das laterais da rua residencial);

e) 41,5 metros de vala técnica para a passagem da rede integrada de telecomunicações (a rede integrada de telecomunicações seria constituída pelos dutos e cabeamentos subterrâneos de telefonia fixa, internet, televisão digital e semáforos rodoviários e pedestres).

Observação: com a excepção da vala técnica para a rede colectora das águas pluviais, a profundidade das demais seria mínima, o que permitiria a cobertura total de cada aglomerado habitacional em construção (cobertura em infraestruturas básicas subterrâneas), em um horizonte temporal não superior a 26 dias.

…///…

Implantação das infraestruturas básicas subterrâneas

Esta empreitada seria assegurada pela Divisão de Águas e Saneamento Urbano e Rural (DIASUR), Divisão de Electrificação Urbana e Rural (DIELUR) e Divisão de Telecomunicações (DITEL), e consistiria na instalação diária:

1. por cada uma das 693 brigadas de água e saneamento urbano e rural, de:

a) 40 metros de tubulação hidráulica para a rede de distribuição de água potável[1];

b) 40 metros de tubulação hidráulica para a rede colectora das águas pluviais;

c) 40 metros de tubulação hidráulica para a rede de esgoto.

2. por cada uma das 693 brigadas de electrificação urbana e rural, de 40 metros de dutos e cabeamentos eléctricos para as redes eléctricas domiciliar e de iluminação pública subterrâneas;

3. por cada uma das 693 brigadas de telecomunicações, de 40 metros de dutos e cabeamentos para a rede de telefonia, internet, televisão e semáforos, por cabo subterrâneo (não por cabo aéreo!…).

 

Continua no próximo artigo…

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[1] Nesta altura, a Empresa Provincial de Águas de Luanda (EPAL) e as demais empresas provinciais de águas e saneamento (EPAS) estariam (pelas razões já explicadas anteriormente) fundidas numa única empresa de âmbito nacional – a Empresa Nacional de Águas e Saneamento (ENAS).

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