Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (II)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (II) Três (3) tipos de moradias estariam contempladas no PEIUHAR, a saber: 1. Moradias térreas evolutivas; 2. Moradias térreas acabadas; 3. Sobrados evolutivos[1]. …///… Moradias térreas evolutivas As moradias térreas evolutivas destinar-se-iam às pessoas singulares e colectivas (famílias) a provirem de moradias localizadas na periferia suburbana (condição sine qua non para o realojamento em moradias evolutivas ou acabadas construídas no âmbito do PEIUHAR) e abrangidas pelo processo de demolição a ocorrer ao abrigo das acções de desmantelamento dos “musseques” previstas no PEIUHAR. Cada uma dessas moradias evolutivas seria entregue aos seus futuros ocupantes provida com piso interior concretado (cimentado), instalação eléctrica e hidrossanitária, paredes exteriores devidamente rebocadas e pintadas, portas e janelas exteriores, uma pequena bancada de cozinha desprovida de revestimento cerâmico, um (1) WC pronto-a-usar (em moradias com dois WC apenas um deles seria entregue em condições de usabilidade, o outro seria entregue apenas com os pontos de água instalados, ou seja, desprovido de utilitários e piso “mosaicado”), com  cobertura de chapa de zinco (cobertura genérica) e com as divisórias e esquinas dos quintais sinalizadas com blocos, ou seja, entregue ao titular da mesma: a) desprovida de piso “mosaicado”, reboco nas paredes interiores (este serviço seria feito a posterior e remunerado com base numa tabela de preços a ser aprovada pelo Executivo, e contemplaria ainda, para os que quiserem e tiverem condições financeiras para arcarem com este tipo de despesas, a estucagem e/ou pintura das paredes internas); b) sem tecto-falso; c) Sem portas nos cômodos interiores (quartos, cozinha, etc); d) Sem a murada do quintal, etc. …///… Moradias térreas acabadas As moradias térreas acabadas estariam destinadas: 1. Àqueles cidadãos ou famílias que além da entrega à Comissão de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento de uma ou mais residências para troca por igual número de moradias (quid pro quo) em aglomerados urbanos, rururbanos ou rurais erguidos no âmbito do PEIUHAR, se predispuserem, igualmente, a desembolsar AKZ 1.368.000,00 (USD 1,500.00 ao câmbio actual de ±AKZ 912,00 o dólar) com o fito de ajudar financeiramente, a fundo perdido, um cidadão (mormente jovem) na condição de desempregado e/ou de pessoa desprovida de renda, a abraçar o empreendedorismo bipessoal no âmbito do Programa Estratégico para o Fomento e Financiamento ao Microempreendedorismo Jovem (PEFFMEJ)[2]; 2. Àqueles cidadãos ou famílias retiradas de vivendas térreas de alto padrão e design arquitectónico atractivo. Observação: as casas a serem utilizadas como “moeda de troca” deverão necessariamente estar localizadas na periferia suburbana para serem aceites como tal. As referidas moradias seriam entregues aos seus futuros ocupantes com um nível de execução física na ordem dos 90%, ou seja, desprovidas apenas de estuque e pintura nas paredes rebocadas, para permitir aos futuros donos e/ou ocupantes escolherem o tipo de revestimento (estuque ou pintura) que gostariam de ter nas paredes interiores de suas moradias. …///… Sobrados evolutivos Os sobrados evolutivos estariam destinados àquelas pessoas ou famílias que para além da entrega à Comissão de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento de uma ou mais residências para troca por igual número de moradias em aglomerados urbanos ou rururbanos erguidos no âmbito do PEIUHAR, se predispusessem igualmente a desembolsar AKZ 2.280.000,00 (USD 2,500.00 ao câmbio actual de ±AKZ 912,00 o dólar) com o fito de ajudar financeiramente, a fundo perdido, dois cidadãos (mormente jovens) na condição de desempregados e/ou de pessoas desprovidas de renda, a abraçarem o empreendedorismo bipessoal no âmbito do Programa Estratégico para o Fomento e Financiamento ao Microempreendedorismo Jovem (PEFFMEJ), bem como àqueles cidadãos ou famílias retiradas de sobrados de alto padrão e design arquitectónico atractivo.  Por serem construções que precisariam de mais tempo para serem erguidas, um cronograma específico de empreitadas para sobrados evolutivos seria adoptado pelo Gabinete Adhoc de Gestão de Obras Emergenciais (GAGOE) para se assegurar a conclusão destas infraestruturas habitacionais num período de tempo não superior a 60 dias (dois meses). Os sobrados evolutivos seriam entregues aos seus futuros proprietários e/ou ocupantes com o andar térreo totalmente acabado e pintado, mas com o andar superior ainda por concluir, ou seja… desprovido de piso revestido com porcelanato (“mosaico”), tecto-falso, reboco nas paredes exteriores e interiores, etc. Observação: a escolha pelos cidadãos ou famílias do tipo de moradia (moradia evolutiva térrea, moradia térrea acabada ou sobrado evolutivo) a que gostariam de se candidatar dependeria da sua condição social ou financeira, devendo a sua escolha (tal como a indicação das duas províncias e localidades do país em que [por opção] gostariam de se estabelecer) ser formulada e registada durante o processo de recenseamento dos imóveis residenciais elegíveis ao pagamento da CMUS. Das duas províncias e localidades a indicar pelos cidadãos ou famílias elegíveis ao reassentamento em meio urbano ou rural uma delas seria alternativa, na eventualidade de a primeira opção não poder ser satisfeita por preenchimento das quotas demográfica estabelecidas para uma determinada província ou localidade[3].   Continua no próximo artigo… ________________________________________________________________________________________________________ [1] Moradias de dois andares – um térreo e outro superior. [2] Sobre o Programa Estratégico para o Fomento e Financiamento ao Microempreendedorismo Jovem (PEFFMEJ) falaremos no Plano Estratégico para a Diversificação Efectiva da Economia, Promoção de Emprego e Empoderamento Económico e Social dos Angolanos (PEDEEPEEESA). [3] Quotas no que toca ao número de moradias disponíveis, não de habitantes. Artigo anterior Artigos relacionados Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (I) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Tipologia e características dos aglomerados habitacionais por erguer no âmbito do PEIUHAR Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento PEIUHAR: Processo de arborização e construção dos espaços verdes em ruas residenciais Outubro 19, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Esclarecimentos supletivos acerca da importância capital do PEIUHAR Outubro 19, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Construção das infraestruturas não-habitacionais previstas no PEIUHAR Outubro 7, 2025 Urbanismo, Habitação e

Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (I)

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (I) Ponto prévio Há muito que venho me indagando da razão de as casas sociais construídas no nosso país serem pouco atractivas comparativamente com algumas das casas sociais que encontramos em alguns países da nossa região e/ou sub-região. É o caso, por exemplo, dos [nossos] “Panguilas”, “Zangos” e doutros assentamentos construídos pelo Estado com o fito de alojarem famílias retiradas de zonas de risco, assentamentos populacionais que até mesmo pessoas leigas em arquitectura e urbanismo, como eu, facilmente apercebe o quão longe os mesmos estão da atractividade arquitectónica dos bairros sociais que encontramos em alguns países da nossa região e/ou sub-região. Todas as vezes que olho para as casas sociais construídas por essa Angola afora, não consigo deixar de imaginar o que seriam (do ponto de vista arquitectónico e urbanístico) os [nossos] “Panguilas”, “Zangos”, etc, se as moradias que os conformam tivessem um design arquitectónico mais elaborado e atractivo, e fossem (ao invés de se apresentarem cobertas com chapa de zinco) cobertas com telha de cerâmica ou PVC (telhas de PVC são mais baratas que as de cerâmica); e implantadas em meio urbano, rururbano, urbano-litoraneo e rural devidamente infraestruturado e arborizado. A inestética das casas sociais erguidas no nosso país (inestética decorrente da superficialidade das formas geométricas das casas sociais projectadas pelos nossos arquitectos), faz com que os nossos bairros populares ou sociais não tenham a beleza e atractividade arquitectónica dos bairros sociais erguidos em alguns países da nossa região e/ou sub-região (muitos deles com um nível de riqueza muito inferior ao do nosso país) com o intuito de albergarem cidadãos ou famílias de baixa renda. Com vista a romper com esse paradigma ou tendência, somos da opinião que os projectos habitacionais por implementar no âmbito do PEIUHAR sejam elaborados por equipas de arquitectos, urbanistas, paisagistas e engenheiros civis cujo amor por Angola e os angolanos sejam indubitáveis. O Engº António Venâncio me parece ser uma dessas pessoas. Algo no fundo do meu âmago me diz que temos no país muitos arquitectos patriotas e verdadeiramente imbuídos de amor para com os seus irmãos angolanos… pessoas estas que, de certeza absoluta, não se coibirão em dar vazão a sua imaginação na elaboração de vários projectos arquitectónicos de moradias de baixo custo, mas com um design arquitectónico atraente, de modo a tornarmos os nossos assentamentos populacionais em locais atractivos e aprazíveis para se viver com alegria, prazer, dignidade e comodidade. Outrossim, gostávamos de enfatizar a importância do visual exterior das moradias evolutivas a serem construídas no âmbito do PEIUHAR. Não importa se esta ou aquela moradia de visual lindo e atractivo por fora se apresenta com o piso (chão) interior desprovido de revestimento cerâmico (“mosaico”); Ou se as paredes interiores se apresentam desprovidas de estuque; Ou ainda se os quartos se apresentam sem portas[1]; O que importaria, à partida, seria o aspecto exterior das moradias a serem construídas (paredes exteriores devidamente rebocadas e pintadas, etc) e do meio envolvente (ruas asfaltadas, arborizadas e providas de passeios pavimentados, jardins, etc). A ideia subjacente na nossa humilde proposta é de assegurar que as fachadas[2] das moradias evolutivas por erguer no âmbito do PEIUHAR promovam, em conjunto com os logradouros públicos (largos, ruas, ruelas, travessas, passeios), repuxos de água em largos, outdoors luminosos, letreiros em néon coloridos dispostos em fachadas de escritórios, bombas de combustíveis, estabelecimentos comerciais e de restauração, árvores frondosas, jardins e demais elementos estéticos-decorativos do paisagismo interior dos aglomerados urbanos, rururbanos, urbano-litorâneo e rural (não rural tradicional!…), não só a dignificação, a alegria, o bem-estar, a satisfação, o orgulho e o entusiasmo das pessoas, mas também um impacto visual agradável àqueles que nos virem cá visitar[3]. Em outras palavras, seria o aspecto exterior das moradias, juntamente com o paisagismo (espaços verdes, ruas asfaltadas e iluminadas, largos e passeios devidamente pavimentados, etc) e alto padrão higiénico e de salubridade dos aglomerados habitacionais por erguer no âmbito do PEIUHAR, o principal desígnio a perseguir com as acções de infraestrutura e urbanização por desenvolver no âmbito do referido plano emergencial. Se a ideia for acolhida e implementada, passaremos a ter no país bairros sociais com um visual arquitectónico mais atractivo e capazes de rivalizar (no bom sentido) mano a mano com muitos dos bairros sociais encontrados no Ruanda, Namíbia e em muitos outros países da nossa região e/ou sub-região.   Continua no próximo artigo… ________________________________________________________________________________________________________ [1] O acabamento interior e remunerado das moradias evolutivas erguidas no âmbito do PEIUHAR estaria a cargo dos proprietários e/ou ocupantes das mesmas (falaremos disso mais adiante). [2] Estas deverão apresentar-se pintadas com cores vivas e padronizadas. [3] Turistas, homens de negócio, membros de delegações governamentais, etc. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (II) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Tipologia e características dos aglomerados habitacionais por erguer no âmbito do PEIUHAR Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento PEIUHAR: Processo de arborização e construção dos espaços verdes em ruas residenciais Outubro 19, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Esclarecimentos supletivos acerca da importância capital do PEIUHAR Outubro 19, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Construção das infraestruturas não-habitacionais previstas no PEIUHAR Outubro 7, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Construção de moradias evolutivas e simples, mas arquitectonicamente atractivas e condignas Outubro 3, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Instalação de lancis e pavimentação de passeios e ruas residenciais Outubro 3, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Abertura das valas técnicas e implantação das infraestruturas básicas subterrâneas Outubro 3, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Implantação em cada uma das 18 províncias do país de um complexo fabril dedicado à produção de materiais de construção básicos Setembro 30, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Loteamento dos espaços residenciais, logradouros públicos, etc Setembro 30, 2025

Tipologia e características dos aglomerados habitacionais por erguer no âmbito do PEIUHAR

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Tipologia e características dos aglomerados habitacionais por erguer no âmbito do PEIUHAR Seis (6) tipos de aglomerados habitacionais estariam contemplados no PEIUHAR, a saber: 1. Aglomerados habitacionais urbanos; 2. Aglomerados habitacionais rururbanos; 3. Aglomerados habitacionais urbanos-litorâneos; 4. Aglomerados habitacionais rurais; 5. Aglomerados habitacionais tradicionais; 6. Aldeias Agro-Pecuárias (AAP). …///… Aglomerados habitacionais urbanos Os aglomerados habitacionais urbanos seriam assentamentos populacionais devidamente infraestruturados e com a classificação de “cidade”, de pequeno, médio ou grande porte. Os aglomerados habitacionais urbanos a erguer no âmbito do PEIUHAR apresentar-se-iam subdivididos em quatro (ou mais) zonas-tipos, ou de finalidade específica, a saber: 1. Zona administrativo-institucional, área reservada aos órgãos da administração local, serviços públicos locais, escritórios (de advogados, de despachantes, etc), instituições bancárias, etc; 2. Zona residencial, reservada à construção residencial; Observação: a zona residencial apresentar-se-ia subdividida em três subzonas, a saber: subzona reservada à construção de moradias térreas, subzona reservada à construção de sobrados[1] e subzona reservada à construção predial, pública e privada. 3. Zona económica, área reservada aos empreendimentos produtivos (fazendas agrícolas, fazendas pecuárias, instalações pesqueiras, agro-industriais, etc) por erguer no âmbito do PEDEEPEEESA; 4. Zona lúdica e cultural, área reservada às infraestruturas de finalidade recreativa (parques de diversão, etc), cultural (museus de história natural, salas de teatro, etc), desportiva (quadras polidesportivas, campos de futebol, piscinas públicas, pistas de jogging, pistas de ciclismo, etc). …///… Aglomerados habitacionais rururbanos Os aglomerados habitacionais rururbanos seriam assentamentos populacionais erguidos em meio predominantemente rural e com classificação de “vila” ou vilarejo, de pequeno ou médio porte. À semelhança dos aglomerados habitacionais urbanos, os aglomerados rururbanos por erguer no âmbito do PEIUHAR também se apresentariam subdivididos em quatro (ou mais) zonas de finalidade específica, designadamente: zona administrativo-institucional, residencial, económica, lúdica e cultural, etc. Observação: com vista a prevenir eventuais alagamentos, e concomitantemente os altos índices de absentismo laboral que se assistem em dias de chuva na província de Luanda, Benguela e noutras províncias do país, os aglomerados habitacionais urbanos e rururbanos por implementar no âmbito do PEIUHAR seriam erguidos preferencialmente em terrenos com solos permeáveis. …///… Aglomerados habitacionais urbanos-litorâneos Os aglomerados habitacionais urbanos-litorâneos seriam assentamentos populacionais devidamente infraestruturados e com a classificação de “cidade litorânea”, de pequeno ou médio porte.  …///… Aglomerados habitacionais rurais Os aglomerados habitacionais rurais seriam erguidos em zonas estritamente rurais, teriam a classificação urbanística de “aldeia”, e seriam habitados por uma população heterogénea do ponto de vista étnico e cultural, ou seja, por pessoas das mais variadas origens, línguas e culturas.  …///… Aglomerados habitacionais tradicionais À semelhança dos aglomerados habitacionais rurais, os aglomerados habitacionais tradicionais seriam erguidos em zonas estritamente rurais, teriam a classificação urbanística de “aldeia tradicional”, e seriam habitados por uma população homogénea do ponto de vista étnico e cultural, ou seja, por pessoas do mesmo grupo etnolinguístico, ainda que no seu seio viva uma ou mais pessoas provindas de outras etnias ou grupos etnolinguísticos. Os aglomerados habitacionais tradicionais seriam conformados de moradias de pequena dimensão, de estilo rústico, mas belas do ponto de vista arquitectónico, em formato circular (esta medida visaria a preservação da originalidade e características arquitectónicas peculiares dos povos que neles habitariam – povos hereros, mucubais, nhaneca-humbes, ovambos, khoisans, etc),  padronizadas, ordenadas  e providas de água potável, luz eléctrica e infraestrutura de saneamento básico rural[2] e de telecomunicações (televisão, telefonia e internet) por cabo e/ou satélite, de polícia, escolares, sanitárias, etc, bem como de bebedouros em alvenaria para o gado bovino, caprino, etc. Observação: apesar de a moradia de estilo rústico acima ilustrada apresentar-se com portas e janelas com acabamento requintado, isso não quer dizer que estejamos a sugerir o mesmíssimo tipo de portas e janelas para as moradias “rústicas” a serem construídas no âmbito do PEIUHAR. É (como disséramos) apenas uma ilustração. Poder-se-á, eventualmente, questionar a pertinência de infraestruturas para a distribuição do sinal de internet em comunidades rurais tradicionais, já que culturalmente (dirão algumas pessoas) o jovem mucubal, mumuíla, khoisan, etc, não tem afinidade nem tempo para estas “veleidades” do mundo moderno, o que seria uma perda de tempo e de recursos financeiros e tecnológicos. Muito sinceramente, nós não comungamos deste pensamento descriminatório. Mas, ainda que assim fosse… que o jovem mucubal, mumuíla, khoisan, etc, não tivesse afinidade nem tempo para estas “veleidades, convinha que não perdêssemos de vista o facto de que, mais tarde ou mais cedo, muitas destas comunidades se tornarão pontos de destino de muitos jovens médicos, professores, enfermeiros, etc, que, seguramente, precisariam da internet para se manterem conectados com o mundo e actualizados. Observação: a fixação da população herera, mucubal, nhaneca-humbe, khoisan, etc, em comunidades tradicionais ou monoétnicas visaria a preservação da sua idiossincrasia e identidade cultural (hábitos e costumes). …///… Aldeias Agro-Pecuárias (AAP) Como se pode inferir da designação ora proposta, as aldeias agro-pecuárias por erguer no âmbito do PEIUHAR seriam aglomerados populacionais de dupla finalidade: recintos de produção agro-pecuária e residenciais.   Continua no próximo artigo… ________________________________________________________________________________________________________ [1] Vivenda contendo um andar térreo e outro superior. [2] Rede de distribuição de água por bombagem ou poços tubulares, rede de drenagem das águas pluviais, rede de esgoto ou fossas sépticas comunitárias, rede eléctrica domiciliária e de iluminação pública interligada à rede pública de energia eléctrica ou fonte de energia fotovoltaica, etc. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (II) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (I) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento PEIUHAR: Processo de arborização e construção dos espaços verdes em ruas residenciais Outubro 19, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Esclarecimentos supletivos acerca da importância capital do PEIUHAR Outubro 19, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Construção das infraestruturas não-habitacionais previstas no PEIUHAR Outubro 7, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Construção de moradias evolutivas e simples, mas arquitectonicamente atractivas e

PEIUHAR: Processo de arborização e construção dos espaços verdes em ruas residenciais

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X PEIUHAR: Processo de arborização e construção dos espaços verdes em ruas residenciais Esta tarefa estaria a cargo da Divisão de Jardinagem e Arborização (DIJA), e consubstanciar-se-ia na aplicação diária, por cada uma das 582 brigadas de jardinagem e arborização, de 30 m2 (60 m de comprimento x 0,5 m de largura) de canteiro público, bem como a implantação de árvores frondosas ao longo das ruas residenciais dos aglomerados habitacionais urbanos e rururbanos por erguer no âmbito do PEIUHAR. Este processo culminaria com o plantio de duas ou três árvores frutíferas no interior dos quintais das moradias erguidas no âmbito do PEIUHAR (o cheiro doce exalado pelas mangas, gajajas e outras frutas irão contribuir na agradável fragrância do meio). Para além de contribuir no melhoramento do ar e a optimização da temperatura ambiente, a construção de espaços verdes e plantio de árvores frondosas ao longo das ruas residenciais dos aglomerados habitacionais urbanos e rururbanos por erguer no âmbito do PEIUHAR visariam, igualmente, promover a pureza do ar e mitigar o impacto negativo da poeira poluente no sistema respiratório das pessoas[1], etc.   Continua no próximo artigo… ________________________________________________________________________________________________________ [1] A poeira tem um grande impacto na prevalência de doenças do foro respiratório. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (II) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (I) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Tipologia e características dos aglomerados habitacionais por erguer no âmbito do PEIUHAR Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Esclarecimentos supletivos acerca da importância capital do PEIUHAR Outubro 19, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Construção das infraestruturas não-habitacionais previstas no PEIUHAR Outubro 7, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

Esclarecimentos supletivos acerca da importância capital do PEIUHAR

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Esclarecimentos supletivos acerca da importância capital do PEIUHAR Após um breve interregno, reiniciamos com o processo de publicação do Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR). A par da proposta de criação (isto é, estabelecimento) da Contribuição de Melhoria Urbana e Social (CMUS), o Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR) é, indubitavelmente, o mais importante dos planos estratégicos que conformam o Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA). E porquê?!… Pelo facto de: 1. A consecução do desiderato de diversificação da economia, da empregabilidade em massa (estamos a nos referir à inserção de centenas de milhares de cidadãos desempregados e/ou em situação de vulnerabilidade económica no sector primário e secundário da economia), do fomento do emprego e auto-emprego, do empoderamento económico e social dos cidadãos e famílias de baixa e média-baixa renda, da auto-suficiência, independência e segurança alimentar e, concomitantemente, do combate eficaz contra a carestia, fome e pobreza dependerem assazmente da construção e entrada em funcionamento dos 140000 (cento e quarenta mil) empreendimentos produtivos de cariz agrícola, pecuário, pesqueiro, agro-industrial, pecuário-industrial e pesqueiro-industrial previstos no PEIUHAR; 2. A consecução do desiderato de inserção laboral da totalidade (ISSO MESMO, TOTALIDADE[1]!…) dos professores, médicos, enfermeiros, imagiologistas, analistas clínicos, etc, com idades compreendidas dos 18 aos 70 anos (já explicamos a razão da admissibilidade de pessoas mais idosas no métier da docência e saúde) e que se encontrem na condição de desempregados ou subempregados, depender, grande e incontornavelmente, da construção: a) das 1080 escolas do ensino primário, 1080 escolas do 1º ciclo do ensino secundário e 1080 escolas do 2º ciclo do ensino secundário; b) dos 18 institutos médios-superiores em ciências e tecnologias agrárias e da alimentação (IMSCTAA): c) dos 180 ou 216 centros básicos de formação técnico-profissional; d) dos 1080 centros gerais de saúde (CGS); e) dos 180 ou 216 centros materno-infantis distritais (CEMID); f) dos 5 centros regionais de diagnóstico de doenças infecciosas, parasitárias e endócrinas (CREDDIPE); g) dos 18 centros avançados de diagnóstico imagético; h) dos 18 centros de metrologia médica (CEMM); i) dos 180 ou 216 centros distritais de reabilitação e fisioterapia (CEDREF); j) dos 18 centros de fitoterapia (CEFITT) e… k) das 1080 farmácias públicas (FARMAP) previstos no PEIUHAR. 3. A concretização do desiderato de inserção da totalidade dos ex-militares e antigos funcionários do extinto Ministério de Segurança do Estado (MINSE) desempregados e subempregados no sector securitário, depender, em parte, da construção dos postos de protecção e segurança pública (PPSP) previstos no PEIUHAR; 4. A retirada das zungueiras das ruas do país depender da construção dos cerca de 1080 mercados infraestruturados (de pequeno, médio ou grande porte) previstos PEIUHAR; 5. A salvação e restituição da dignidade económica e social das pessoas ou famílias em situação de extrema pobreza ou em situação de vulnerabilidade depender, e muito, da sua inserção laboral, e essa premissa fundamental… da construção das cerca de 500 Aldeias Agro-Pecuárias (AAP) previstas no PEIUHAR, etc. etc. Vemos muita gente a acederem às matérias relacionadas com a segurança nacional, PEDDEPEEESA, PEIUHAR, Fé & Religião[2], já é muito bom, mas, convinha que não descurassem a importância da leitura, atenta e crítica (se for com um bloco de notas e calculadora, melhor) das acções preparatórias do PEMIQVA (recenseamento dos imóveis residenciais e não-residenciais, atribuição de um NIF a todos os imóveis elegíveis ao pagamento da contribuição de melhoria urbana e social, etc) e, principalmente, da Contribuição de Melhoria Urbana e Social (CMUS), já que sem lê-los você não conseguirá atinar com a exequibilidade, financiamento e sustentabilidade das acções de infraestruturas contempladas no PEIUHAR. Se você não perceber que só com a sua e minha comparticipação financeira (comparticipação bastante módica, diga-se de passagem, por isso você tem de ler e entender a estratégia subjacente na Proposta de Criação da Contribuição de Melhoria Urbana e Social) lograremos ter uma Angola sem musseques, sem becos e com níveis ínfimos de crimes violentos bem-sucedidos, o PEMIQVA não sairá do papel. Aqueles que estão “bem da vida” não irão pugnar pela tua dignidade económica e social, antes pelo contrário, farão de tudo para sabotar qualquer intento no sentido da tua libertação económica e social.   Todos, mas todos mesmo (inclusive os que residem em zonas urbanas), temos a ganhar com a implementação célere e comprometida do Plano Emergencial de Infraestruturas, Urbanismo, Habitação e Reassentamento (PEIUHAR) e demais planos de impacto social que conformam o Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos. A implementação abnegada e comprometida do Projecto Estratégico para a Melhoria Integral da Qualidade de Vida dos Angolanos (PEMIQVA) se afigura ser um teste que irá, pela positiva ou negativa, marcar o consulado do Presidente João Lourenço, já que será uma mancha indelével que carregará o resto de sua vida se outro Presidente pegar no PEMIQVA e o implementar. Escrevam o que estamos aqui a dizer. Terminamos este monólogo com a descrição retroactiva (no próximo artigo) do processo de arborização e construção de canteiros públicos em ruas residenciais dos aglomerados urbanos e rururbanos a emergirem do PEIUHAR. ________________________________________________________________________________________________________ [1] Com a construção das infraestruturas de ensino e saúde previstas no PEIUHAR, seguido da adopção e implementação por quem de direito da estratégia atinente à inserção laboral do universo de profissionais de educação e saúde desempregados (estratégia contida no PEDDEPEEESA), deixaria de haver (DENTRO DOS PRÓXIMOS 5 ANOS – CINCO ANOS ESTES CORRESPONDENTES AO TEMPO DE VIGÊNCIA DO PEMIQVA), no país, cidadãos formados em educação (professores) e saúde (médicos, enfermeiros, imagiologistas, analistas clínicos, etc) em situação de desemprego. [2] O facto de as pessoas buscarem informações sobre fé e religião foi para nós e, de certeza absoluta, para Deus, uma grata surpresa, daí nos sentirmos mais incentivados e determinados em partilhar convosco saberes (como o do baptismo

Construção das infraestruturas não-habitacionais previstas no PEIUHAR

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Construção das infraestruturas não-habitacionais previstas no PEIUHAR À semelhança da empreitada de construção habitacional, os trabalhos de construção de infraestruturas não residenciais por erguer no âmbito do PEIUHAR seriam assegurados pelas 32525 (trinta e duas mil e quinhentas e vinte e cinco) brigadas multidisciplinares de construção por constituir no âmbito do referido plano emergencial. Esta empreitada desenrolar-se-ia única e exclusivamente (para não perturbar o curso normal das obras de construção habitacional) nos dias de sábado, em jornada laboral de 4 horas e meia de duração, com início às 8h00 e término às 12h30. Estariam programados para os dias de sábado: 1. Os trabalhos de construção dos 180 (cento e oitenta) ou 216 (duzentos e dezasseis) centros distritais de acolhimento e protecção social (centros de acolhimento infantil, centros de acolhimento juvenil e centros de acolhimento de idosos) de médio porte, previstos no Plano de Assistência Social Integral a Pessoas Vulneráveis (PASIPEV); 2. Os trabalhos de construção dos 140000 (cento e quarenta mil) empreendimentos produtivos (fazendas agrícolas, fazendas pecuárias, instalações pesqueiras, fábricas de processamento de alimentos, etc) de pequeno porte, previstos no Plano Estratégico para a Diversificação Efectiva da Economia, Promoção de Emprego e Empoderamento Económico e Social dos Angolanos (PEDEEPEEESA); 3. Os trabalhos de construção dos n (número por estabelecer de acordo com as necessidades) estabelecimentos retalhistas (açougues, peixarias, padarias, mercearias, minimercados, etc) previstos no PEDEEPEEESA; 4. Os trabalhos de construção das 1080 (mil e oitenta) novas zonas económicas previstas no PEDEEPEEESA; Observação: cada um dos 1080 aglomerados habitacionais a emergirem do processo de implementação do PEIUHAR contaria com a presença de uma zona económica, constituída de um polo agro-pecuário e um complexo agro- industrial, pecuário-industrial ou pesqueiro-industrial, de média ou grande dimensão, cuja distância da zona residencial não deverá ser superior a 0,3 ou 0,4  km (o pessoal afecto aos distintos empreendimentos económicos não precisariam de táxi ou autocarro para chegarem aos seus locais de serviço) . 5. Os trabalhos de construção das 1080 (mil e oitenta) escolas do ensino primário, 6. Os trabalhos de construção das 1080 (mil e oitenta) escolas do 1º ciclo do ensino secundário; 7. Os trabalhos de construção das 1080 (mil e oitenta) escolas do 2º ciclo do ensino secundário; 8. Os trabalhos de construção dos 18 (dezoito) institutos médios-superiores em ciências e tecnologias agrárias e da alimentação (IMSCTAA); Observação: se quisermos exportar bens comestíveis para outros mercados temos de investir nas ciências e tecnologias da alimentação, assim como no design gráfico de embalagens. 9. Os trabalhos de construção dos 180 (cento e oitenta) ou 216 (duzentos e dezasseis) centros básicos de formação técnico-profissional; 10. Os trabalhos de construção dos 1080 (mil e oitenta) centros gerais de saúde (CGS) previstos no Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP); 11. Os trabalhos de construção dos 180 (cento e oitenta) ou 216 (duzentos e dezasseis) novos centros materno-infantis distritais (CEMID) previstos no Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP); 12. Os trabalhos de construção dos 5 (cinco) centros regionais de diagnóstico de doenças infecciosas, parasitárias e endócrinas (CREDDIPE) previstos no Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP); Observação: falaremos dos CREDDIPE (os angolanos vão gostar!!!) no Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP) que dentro de dias será submetido à apreciação dos angolanos. 13. Os trabalhos de construção dos 18 (dezoito) centros avançados de diagnóstico imagético (CADI) previstos no Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP); 14. Os trabalhos de construção dos 18 (dezoito) centros de metrologia médica (CEMM) previstos no Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP); 15. Os trabalhos de construção dos 180 (cento e oitenta) ou 216 (duzentos e dezasseis) centros distritais de reabilitação e fisioterapia (CEDREF) previstos no Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP); 16. Os trabalhos de construção dos 18 (dezoito) centros de fitoterapia (CEFITT) previstos no Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP); 17. Os trabalhos de construção do Laboratório Principal de Bromatologia Alimentar e Medicamentosa (LAPBAM) previsto na proposta de Plano de Reestruturação Orgânica e Optimização Funcional do Sistema Nacional de Segurança (PROOFSNS); 18. Os trabalhos de construção das 1080 (mil e oitenta) farmácias públicas (FARMAP) previstos no Plano Estratégico de Saúde Pública (PESP); 19. Os trabalhos de construção dos 1080 (mil e oitenta) mercados infraestruturados previstos no PEIUHAR; 20. Os trabalhos de construção das 500 (quinhentas) Aldeias Agro-Pecuárias (AAP) previstas no PEIUHAR; 21. Os trabalhos de construção das 30000 (trinta mil) casas de veraneio ou de praia previstas no PEIUHAR; 22. Os trabalhos de construção dos 1212 (mil e duzentos e doze) estabelecimentos de restauração e similares (snack-bares, pizzarias, takeaways, lanchonetes, pastelarias, geladarias, cafetarias, etc) previstos no PEIUHAR; 23. Os trabalhos de construção dos 180 (cento e oitenta) ou 216 (duzentos e dezasseis) museus temáticos (museu de história natural, museu de recursos minerais, museu de história militar, etc) previstos no PEIUHAR; 24. Os trabalhos de construção das 180 (cento e oitenta) ou 216 (duzentos e dezasseis) salas de teatro previstas no PEIUHAR; 25. Os trabalhos de construção dos 180 (cento e oitenta) ou 216 (duzentos e dezasseis) parques infantis previstos no PEIUHAR; 26. Os trabalhos de construção dos 180 (cento e oitenta) ou 216 (duzentos e dezasseis) jardins zoológicos previstos no PEIUHAR; 27. Os trabalhos de construção dos 180 (cento e oitenta) ou 216 (duzentos e dezasseis) jardins botânicos previstos no PEIUHAR; 28. Os trabalhos de construção dos 1080 (mil e oitenta) campos gramados (com relva natural ou sintética) previstos no PEIUHAR; 29. Os trabalhos de construção das 1080 (mil e oitenta) quadras polidesportivas previstas no PEIUHAR; 30. Os trabalhos de construção das 1080 (mil e oitenta) quadras de acondicionamento físico-muscular, a céu aberto, previstas no PEIUHAR; 31. Os trabalhos de construção das 1080 (mil e oitenta) pistas de jogging ao ar livre (actividade aeróbica caracterizada na prática de corrida em ritmo moderado e constante); 32. Os trabalhos de construção das 1080 (mil e oitenta)

Construção de moradias evolutivas e simples, mas arquitectonicamente atractivas e condignas

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Construção de moradias evolutivas e simples, mas arquitectonicamente atractivas e condignas Esta tarefa estaria a cargo da Divisão de Construção (DICON), e consubstanciar-se-ia na edificação de 32525 (trinta e duas mil e quinhentas e vinte e cinco) moradias (entre evolutivas e acabadas[1]) a cada ciclo construtivo de trinta (30) dias, isto é, mensalmente. Esta empreitada seria assegurada pelos 97575 (noventa e sete mil e quinhentos e setenta e cinco mil) homens que conformariam a Divisão de Construção (DICON), isto é, pelas 32525 brigadas multidisciplinares de construção por constituir no âmbito do PEIUHAR, em jornada laboral de 8 horas de duração, a ocorrer de segunda à sexta-feira, das 8 às 17 horas[2]. Para a consecução da meta de construção de uma (1) moradia evolutiva por mês, cada uma das 32525 brigadas multidisciplinares de construção estaria sujeita a uma RUP (razão unitária de produção) diária de: a) 0,7 Hh/m2 (levantamento, a cada 42 minutos, por um único pedreiro, de um metro quadrado de parede, ou seja, o assentamento de 13 ou 14 blocos de concreto nesse período de tempo) em empreitadas de alvenaria estrutural (levantamento de paredes); b) 0,80 Hh/m2 (um metro quadrado de serviço por desenvolver em 48 minutos por um único profissional) em empreitadas de assentamento de piso, reboco de paredes, cobertura de moradias, etc. Para um melhor entendimento desta temática, convidamos-vos, irmãs e irmãos angolanos, a atentarem para o exemplo abaixo. Empregaremos nos nossos cálculos: 1. As dimensões de uma moradia T3 de: a) Perímetro (caboco): 37,5 m; b) Área vertical (parede): 200 m2; c) Área horizontal (piso interior): 76,33 m2; d) Altura máxima da cumeira (telhado): 1,30 m; e) Ângulo de inclinação do telhado: 30%. 2. As dimensões de um “bloco de 12”[3] (é assim que são designados nas lides construtivas os blocos com as dimensões aqui apresentadas): a) Comprimento: 0,39 m; b) Largura: 0,12 m; c) Altura: 0,18 m. Pois bem, se pegarmos nos 200 m2 correspondentes a superfície interna ou externa da parede do imóvel (foram retirados desta equação os vãos das janelas e portas por serem espaços desprovidos de blocos), e dividimo-los por 0,07 m2 (0,07 m2 corresponde à área vertical do bloco de concreto aqui sugerido), rapidamente concluiremos que uma moradia com as dimensões acima apresentadas consumiria 2857 blocos. Se pegarmos neste número de blocos (2857) e o dividirmos por 3 (três)[4], constataremos que cada um dos três indivíduos que constituiriam cada uma das 32525 brigadas multidisciplinares de construção assentaria mensalmente 952 blocos (2857 blocos ÷ 3 = 952 blocos). Ora, como cada um deles estaria sujeito a uma produtividade diária de 0.7 Hh/m2 em empreitadas de alvenaria, facilmente se pode concluir: a) Que cada integrante de uma brigada multidisciplinar de construção assentaria 160 blocos por dia; b) Que cada uma das 32525 brigadas multidisciplinares de construção assentaria 480 blocos por dia. O resto é fácil de entender… Se pegarmos, novamente, no número de blocos (2857 blocos) que a referida residência de tipologia T3 consumiria (daqui se pode depreender que residências de tipologia T2 demandariam uma quantidade de blocos ainda menor), e o dividirmos por 480 (número de blocos que cada brigada multidisciplinar de construção assentaria diariamente), constataríamos que a empreitada de levantamento das paredes do referido imóvel consumiria apenas 6 dos 22 dias úteis que cada brigada multidisciplinar teria para erguer uma moradia evolutiva (2857 ÷ 480 = 5,95 dias). De certeza que estarão a questionar-se: “por que 22 dias úteis?!”… Resposta: porque os dias de sábado estariam reservados à construção de infraestruturas não-residenciais (escolas, centros gerais de saúde, centros materno-infantis distritais, farmácias, esquadras policiais, postos de protecção e segurança pública, fazendas agrícolas, fazendas pecuárias, fábricas de processamento de alimentos, minimercados, mercados distritais, padarias, peixarias, açougues, etc), e os domingos para o merecido e necessário repouso do pessoal. E quanto aos restantes 16 dias úteis?!… Os restantes 16 dias úteis seriam (salvo melhor opinião) repartidos da seguinte forma: 1. Dois (2) dias para o processo prévio de abertura mecanizada dos cabocos; Observação:  este trabalho seria realizado com recurso a minivaletadeiras[5] (foto ao lado). 2. Dois (2) dias para o assentamento e enchimento das fundações, pilares e/ou vigas[6]; 3. Dois (2) dias para o assentamento interior do piso de cimento (piso desprovido de porcelanato, vulgo “mosaico”); 4. Um (1) dia para a abertura, com recurso a equipamentos electromecânicos de corte e/ou perfuração (maquita, martelos eléctricos, etc), das linhas de passagem do circuito eléctrico e hidráulico, bem como de esgoto; 5. Meio (1/2) dia para a colocação dos electroductos e tubulação hidráulica (rede d’água) e de esgoto, bem como para o fechamento das linhas de passagem dos electroductos e tubulações hidráulicas (por não requerer acabamentos refinados, este trabalho de tapa-buracos levaria quanto muito meia hora a concluir); Observação: por serem materiais soldáveis por termodifusão, logo de instalação não demorada, convinha (nossa opinião pessoal) que fossem utilizados tubos PPR nas instalações hidráulicas residenciais. 6. Meio (1/2) dia para: a) A colocação de porcelanato (mosaico) nas paredes internas do WC; b) A instalação dos cabos eléctricos nos electroductos. Observação: com vista a acautelar o roubo dos equipamentos eléctricos domiciliares, os quadros eléctricos, disjuntores, caixas de derivação, interruptores, suportes, tomadas, lâmpadas e demais acessórios eléctricos seriam instalados apenas na véspera da ocupação efectiva das referidas moradias. 7. Quatro (4) dias para o reboco completo das paredes exteriores; Observação: cada membro da equipa (brigada) rebocaria um trecho da casa. 8. Um (1) dia para a colocação do tecto de zinco; 9. Um (1) dia para a instalação das portas e janelas; Observação: as portas e janelas deverão ser entregues às brigadas multidisciplinares de construção com as medidas certas para facilitar a sua instalação. 10. Um (1) dia para a pintura das fachadas exteriores das moradias; Observação: se possível utilizar-se-iam nesta empreitada tintas da mesma marca e tonalidade. 11. Um (1)

Instalação de lancis e pavimentação de passeios e ruas residenciais

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Instalação de lancis e pavimentação de passeios e ruas residenciais Construção e/ou instalação mecanizada de lancis Esta tarefa estaria a cargo da Divisão de Construção de Lancis (DICOL), e consistiria na construção e/ou instalação diária, com recurso a máquinas extrusoras (foto ao lado), de 700 metros (0,7 km)[1] de meio-fio (lancil) ao longo das ruas residenciais e entorno das rotundas, largos e demais logradouros públicos a nascerem do processo de implementação do PEIUHAR. …///… Terraplanagem das ruas residenciais Esta empreitada estaria a cargo da Empresa Nacional de Construção de Infraestruturas Básicas (ENCIB), e implementada 7 ou 15 dias antes do arranque dos trabalhos de asfaltagem das ruas residenciais. Observação: por ser uma empreitada que (julgamos nós) não requeria muitos homens e equipamentos, a ENCIB com o pessoal que dispõe e meios técnicos que seriam colocados à sua disposição (motoniveladoras, camiões espargidores térmicos, rolos compactadores pneumáticos, etc) estaria, muito provavelmente, em condições de assegurar esta tarefa preliminar do processo de asfaltagem (pela Divisão de Asfaltagem) das ruas residenciais dos 18 aglomerados habitacionais urbanos, rururbanos e/ou rurais que seriam erguidos mensalmente em todo o país. …///… Asfaltagem das ruas residenciais Esta tarefa estaria a cargo da Divisão de Asfaltagem (DIASFAL), e consistiria na asfaltagem diária, por cada uma das 100 brigadas de terraplanagem e asfaltagem, de 100 metros (0,1 km) de troço de rua residencial em aglomerados habitacionais urbanos, rururbanos e rurais multiétnicos por erguer no âmbito do PEIUHAR. Observação: esta empreitada começaria a ser implementada imediatamente após o término dos trabalhos de terraplanagem a serem desenvolvidos pela Empresa Nacional de Construção de Infraestruturas Básicas (ENCIB). …///… Pavimentação de passeios. Esta tarefa estaria a cargo da Divisão de Calcetagem (DICAL), e consubstanciar-se-ia na aplicação diária, por cada uma das 582 brigadas de calcetagem, de 60 m2 (30 m no sentido longitudinal x 2 m no sentido transversal) de pavimento, à base de pedra para calçada e/ou blocos intertravados, em passeios de ruas residenciais dos aglomerados habitacionais urbanos e rururbanos por erguer no âmbito do PEIUHAR.   Continua no próximo artigo… ________________________________________________________________________________________________________ [1] As máquinas extrusoras (equipamentos utilizados na instalação mecanizada de lancis) têm de rendimento a aplicação de 800 metros de lancil/dia, pelo que 700 metros/dias seria uma meta bastante razoável e cómoda. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (II) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (I) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Tipologia e características dos aglomerados habitacionais por erguer no âmbito do PEIUHAR Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento PEIUHAR: Processo de arborização e construção dos espaços verdes em ruas residenciais Outubro 19, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Esclarecimentos supletivos acerca da importância capital do PEIUHAR Outubro 19, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Construção das infraestruturas não-habitacionais previstas no PEIUHAR Outubro 7, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Construção de moradias evolutivas e simples, mas arquitectonicamente atractivas e condignas Outubro 3, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Abertura das valas técnicas e implantação das infraestruturas básicas subterrâneas Outubro 3, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Implantação em cada uma das 18 províncias do país de um complexo fabril dedicado à produção de materiais de construção básicos Setembro 30, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Loteamento dos espaços residenciais, logradouros públicos, etc Setembro 30, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Acções de infraestrutura e construção civil (OBS: ARTIGO INICIAL) Agosto 25, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Limpeza e acondicionamento dos terrenos de implantação dos projectos habitacionais e empreendimentos produtivos por erguer no âmbito do PEIUHAR Agosto 25, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Estabelecimento do número mensal de fogos habitacionais por erguer em cada uma das 18 províncias do país Agosto 25, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Acções preparatórias (IV) Agosto 24, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. Links Úteis Sobre nós Termos de uso Política de privacidade

Abertura das valas técnicas e implantação das infraestruturas básicas subterrâneas

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Abertura das valas técnicas e implantação das infraestruturas básicas subterrâneas Abertura das valas técnicas Esta tarefa consubstanciar-se-ia na abertura diária (abertura mecanizada), por cada uma das 693 brigadas mecanizadas de limpeza e escavação a constituir no âmbito do PEIUHAR, de 207,5 metros de vala técnica, ao longo de cada rua residencial dos cerca de 1080 aglomerados habitacionais (urbanos, rururbanos e rurais) a nascerem do processo de implementação do PEIUHAR. Estes 207,5 metros de vala técnica apresentar-se-iam distribuídos da seguinte forma: a)  41,5 metros de vala técnica para a passagem da rede de drenagem das águas pluviais (esta localizar-se-ia no centro da rua residencial); b) 41,5 metros de vala técnica para a passagem da rede de distribuição de água potável (esta localizar-se-ia em uma das laterais da rua residencial, próximo ao meio-fio ou lancil); c) 41,5 metros de vala técnica para a passagem da rede colectora do esgoto (à semelhança da rede de distribuição de água potável, esta localizar-se-ia em uma das laterais da rua residencial, igualmente próximo ao meio-fio ou lancil); d) 41,5 metros de vala técnica para a passagem da rede de distribuição de energia eléctrica (esta localizar-se-ia igualmente em uma das laterais da rua residencial); e) 41,5 metros de vala técnica para a passagem da rede integrada de telecomunicações (a rede integrada de telecomunicações seria constituída pelos dutos e cabeamentos subterrâneos de telefonia fixa, internet, televisão digital e semáforos rodoviários e pedestres). Observação: com a excepção da vala técnica para a rede colectora das águas pluviais, a profundidade das demais seria mínima, o que permitiria a cobertura total de cada aglomerado habitacional em construção (cobertura em infraestruturas básicas subterrâneas), em um horizonte temporal não superior a 26 dias. …///… Implantação das infraestruturas básicas subterrâneas Esta empreitada seria assegurada pela Divisão de Águas e Saneamento Urbano e Rural (DIASUR), Divisão de Electrificação Urbana e Rural (DIELUR) e Divisão de Telecomunicações (DITEL), e consistiria na instalação diária: 1. por cada uma das 693 brigadas de água e saneamento urbano e rural, de: a) 40 metros de tubulação hidráulica para a rede de distribuição de água potável[1]; b) 40 metros de tubulação hidráulica para a rede colectora das águas pluviais; c) 40 metros de tubulação hidráulica para a rede de esgoto. 2. por cada uma das 693 brigadas de electrificação urbana e rural, de 40 metros de dutos e cabeamentos eléctricos para as redes eléctricas domiciliar e de iluminação pública subterrâneas; 3. por cada uma das 693 brigadas de telecomunicações, de 40 metros de dutos e cabeamentos para a rede de telefonia, internet, televisão e semáforos, por cabo subterrâneo (não por cabo aéreo!…).   Continua no próximo artigo… ________________________________________________________________________________________________________ [1] Nesta altura, a Empresa Provincial de Águas de Luanda (EPAL) e as demais empresas provinciais de águas e saneamento (EPAS) estariam (pelas razões já explicadas anteriormente) fundidas numa única empresa de âmbito nacional – a Empresa Nacional de Águas e Saneamento (ENAS). Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (II) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (I) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Tipologia e características dos aglomerados habitacionais por erguer no âmbito do PEIUHAR Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento PEIUHAR: Processo de arborização e construção dos espaços verdes em ruas residenciais Outubro 19, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Esclarecimentos supletivos acerca da importância capital do PEIUHAR Outubro 19, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Construção das infraestruturas não-habitacionais previstas no PEIUHAR Outubro 7, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Construção de moradias evolutivas e simples, mas arquitectonicamente atractivas e condignas Outubro 3, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Instalação de lancis e pavimentação de passeios e ruas residenciais Outubro 3, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Implantação em cada uma das 18 províncias do país de um complexo fabril dedicado à produção de materiais de construção básicos Setembro 30, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Loteamento dos espaços residenciais, logradouros públicos, etc Setembro 30, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Acções de infraestrutura e construção civil (OBS: ARTIGO INICIAL) Agosto 25, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Limpeza e acondicionamento dos terrenos de implantação dos projectos habitacionais e empreendimentos produtivos por erguer no âmbito do PEIUHAR Agosto 25, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Estabelecimento do número mensal de fogos habitacionais por erguer em cada uma das 18 províncias do país Agosto 25, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento KISSANGUELA O seu portal para uma vida abundante e condigna. 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Implantação em cada uma das 18 províncias do país de um complexo fabril dedicado à produção de materiais de construção básicos

KISSANGUELA – um espaço de partilha de conhecimento, verdades, instruções e ensinamentos divinos para uma vida condigna, próspera e abençoada KISSANGUELA Um projecto em prol de Angola, dos angolanos e rebanho de Cristo no mundo. Início Sobre nós Contacto X Implantação em cada uma das 18 províncias do país de um complexo fabril dedicado à produção de materiais de construção básicos Salvo melhor entendimento, cada um destes 18 complexos fabris congregaria no seu seio as seguintes unidades fabris: 1. Uma (1) fábrica para a produção em média ou alta escala de cimento (esta fábrica não funcionaria anexa aos complexos industriais a serem erguidos no âmbito do PEIUHAR, pois seria erguida em zona remota); 2. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de blocos de concreto; 3. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de blocos intertravados (blocos a serem empregues na pavimentação de passeios em aglomerados urbanos e rururbanos por erguer no âmbito do PEIUHAR); 4. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de manilhas, tubos de concreto armado e demais equipamentos de saneamento; 5. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de postes metálicos a empregar na iluminação da via pública não residencial[1]; 6. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de tubos PVC, PPR, etc; 7. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de chapas de zinco de alta qualidade[2]; 8. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de chapas de fibrocimento e telhas de cerâmica e/ou PVC de boa qualidade; 9. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de porcelanato (mosaico, azulejos, etc); 10. Uma (1) fábrica para a produção industrial, e em alta escala, de portas e janelas de madeira e alumínio; 11. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de tecto-falso; 12. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de tinta de boa qualidade; 13. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de contadores de energia eléctrica e água; 14. Uma (1) britadeira para a produção em alta escala de pedras para calçada (à semelhança dos blocos intertravados, as pedras para calçada seriam utilizadas na pavimentação de passeios em aglomerados urbanos e rururbanos por erguer no âmbito do PEIUHAR) e britas a empregar na asfaltagem das ruas residenciais dos aglomerados urbanos, rururbanos e rurais por erguer no âmbito do PEIUHAR; 15. Uma (1) fábrica para a produção em alta escala de betuminosa asfáltica, etc. Os complexos fabris aqui sugeridos seriam erguidos em tempo recorde (180 dias), com o concurso do grosso do pessoal operário afecto à Divisão de Construção (97575 homens). Para acalmar eventuais “inquietudes” por parte dos operadores económicos afectos ao ramo de materiais de construção, convinha esclarecer que a presença das unidades fabris aqui sugeridas não coarctaria às empresas que operam nesse nicho de negócio a possibilidade de capitalizarem (fazerem dinheiro) com a implementação do PEIUHAR, já que grande parte dos materiais de construção a serem empregues nas empreitadas de construção de infraestruturas básicas, habitacionais, administrativas, securitárias, sanitárias, escolares, agrícolas, pecuárias, fabris e outras por erguer no âmbito do PEIUHAR adviriam de fornecedores internos. Estamos a falar de dezenas de milhões de quilómetros em ductos e cabos eléctricos, cabos coaxiais e/ou de fibra óptica, bem como de centenas de milhares de manilhas e tubulações hidráulicas, tampas metálicas para caixa de inspecção da rede de água pluviais e de esgoto, quadros eléctricos, disjuntores, tomadas, interruptores eléctricos, torneiras, lava-loiças, chuveiros, banheiras, lavatórios, sanitas, polibanhos, tectos-falsos, mosaicos, azulejos e outros acessórios de construção civil cuja disponibilidade não poderia, por enquanto, ser assegurada na sua totalidade pelas referidas unidades fabris. Entretanto, para que os agentes económicos que operam nesse segmento de negócio não vejam este negócio como uma oportunidade para o lucro fácil (já diz um ditado muito conhecido que “a ocasião faz o ladrão”), o Executivo concertaria com os mesmos na definição de uma tabela de preços justos e aceitáveis para os materiais de construção a serem colocados à disposição do Gabinete Ad-hoc de Gestão de Obras Emergenciais (GAGOE) e dos proprietários das moradias evolutivas[3] e empreendimentos agrícolas, pecuários, fabris e outros[4] erguidos no âmbito do PEIUHAR. Os agentes económicos que concordassem em estabelecer essa parceria com o Estado, assegurando o fornecimento de materiais de qualidade a um preço justo (isto é, a preços não muito diferentes dos praticados pelos produtores nos seus países), seriam escolhidos pelo Executivo para serem os fornecedores oficiais de alguns dos materiais de construção a serem utilizados nos distintos processos construtivos a serem desenvolvidos no âmbito do PEIUHAR. O preço máximo de cada peça, conjunto, grama (g), quilograma (kg), litro (l), metro (m), metro quadrado (m2) ou metro cúbico (m3) de determinado tipo de material de construção, equipamento ou acessório eléctrico, hidráulico, de cozinha, de quarto de banho, etc, seria estabelecido de acordo com as características, especificações e qualidade dos mesmos, e publicados em Diário da República.   Continua no próximo artigo… ________________________________________________________________________________________________________ [1] A iluminação pública das ruas residenciais far-se-ia através de candeeiros dispostos nas paredes ou no cimo dos pilaretes dos quintais. [2] Na nossa opinião, se devia estabelecer uma espessura mínima para as chapas de zinco produzidas no país – 1 mm seria o ideal. [3] Os ocupantes das moradias evolutivas a erguer no âmbito do PEIUHAR precisarão de materiais de construção a preços competitivos e justos para procederem o acabamento interior e exterior das mesmas. [4] As sociedades agrícolas (fazendas agrícolas), pecuárias (fazendas pecuárias), fabris (agro-industriais) e outras a constituir no âmbito do PEDEEPEEESA precisarão de materiais de construção a preços competitivos e justos para procederem o acabamento interior e exterior dos seus empreendimentos produtivos. Artigo anteriorArtigo seguinte Artigos relacionados Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (II) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Tipologia e características das moradias por erguer no âmbito do PEIUHAR (I) Outubro 21, 2025 Urbanismo, Habitação e Reassentamento Tipologia e características dos aglomerados habitacionais por erguer no âmbito do PEIUHAR Outubro 21, 2025 Urbanismo,